Alergia a Banana – Saiba mais sobre esse tipo de alergia!

Alergia a Banana – Saiba mais sobre esse tipo de alergia!

Existem vários tipos de alergias, uma das mais comuns são as alimentares. Alguns alimentos provocam reações alérgicas e um desses alimentos é a banana.

ALERGIA A BANANA

Existem 2 formas de alergia à banana.

A primeira é uma alergia causada por uma reação ao pólen da árvore, em muitos casos ao pólen da bétula.
A segunda, e geralmente mais aguda, se desenvolve devido aos alérgenos na banana que são parecidos com os dos látex.
Ela é chamada de alergia látex-fruta e pessoas que sofrem dela também podem ser alérgicas a abacate, kiwi, manga e outras frutas.

A banana é um dos alimentos que tem causado alergia cada vez mais frequente.

Sintomas da alergia a banana

Sintomas na Garganta

Algumas pessoas com alergia à banana podem desenvolver uma coceira na garganta e possivelmente uma inflamação por causa da fruta.
Essa reação é tipicamente associada com a alergia à bétula de banana.
Sintomas Orais
Pessoas com a reação de alergia à bétula de bananas podem desenvolver coceira e inchaço na boca, dentro de até uma hora após comer a fruta.
Problemas Abdominais
Pessoas que tem reação alérgica fruta-látex de banana podem sofrer com dores abdominais, podendo ser muito forte, após comer bananas. Algumas pessoas também vomitam.
Urticária
Se tiver uma alergia fruta-látex de banana, você pode ter urticárias após comer a fruta.
Anafilaxia
Em casos raros, uma alergia à banana pode causar reação anafilática em algumas pessoas.
É um problema que pode resultar em morte, no qual as pessoas passam por inchaço e constrição das vias aéreas, redução da pressão sanguínea e dilatação dos vasos sanguíneos.
Sem tratamento, as pessoas podem entrar em choque e morrer.

QUANDO SUSPEITAR QUE A CRIANÇA TEM ALERGIA A ALGUM ALIMENTO?

Quando ela tem uma reação anormal – seja vermelhidão na pele, vômito, diarreia, inchaço ou dificuldade para respirar – depois de consumir algum alimento. O tipo de reação pode variar, mas acontece toda vez que a criança ingere a mesma comida, não importa a quantidade. A presença dos sintomas não é conclusiva para o diagnóstico, que só pode ser feito pelo médico. Um episódio de diarreia pode se dever a uma simples intoxicação alimentar.
“A história clínica é muito importante para definir o diagnóstico, junto com os testes laboratoriais”, afirma a alergista Renata Cocco, pesquisadora associada da Unifesp. Para tirar qualquer dúvida, pode-se recorrer ao “teste de provocação oral”, ou seja: o paciente ingere, sob supervisão do médico, o alimento suspeito.

HÁ TRATAMENTO PARA A ALERGIA ALIMENTAR?

Não existe, hoje, uma cura.
“A alergia pode não ter manifestação clínica, mas não some da memória do corpo”, afirma o médico Celso Cukier, responsável pelo serviço de terapia nutricional do Hospital São Luiz, em São Paulo.
A única maneira de evitar as reações indesejáveis é ficar longe dos alimentos que as provocam. Em alguns casos, principalmente em crianças.
O problema pode regredir sozinho: o alérgico passa a tolerar bem aquilo que antes lhe causava problema.